Viajar é uma excelente ferramenta para o desenvolvimento pessoal porque estimula no viajante diversos olhares, sensações e habilidades geralmente adormecidos pela rotina do dia a dia.

Quando viajamos aprendemos coisas novas, e esse estímulo se mantém na nossa memória mesmo depois das férias, e acabam por se incorporarem no nosso repertório.

Para mostrar alguns exemplos de como isso acontece, vamos ver como é uma viagem de barco pelo rio Tapajós, em Alter do Chão, no Pará!

 

Descobrindo a natureza

Em poucos dias na floresta percebemos que de manhã bem cedo os pássaros cantam. Eles somem quando o Sol levanta, e voltam a aparecer no fim do dia.  Durante parte do ano, as águas do Rio Tapajós baixam, e as praias de areias claras aparecem na beira do rio, deixando o cenário paradisíaco. Quando o rio enche, alguns meses depois, as praias desaparecem, tomadas pelas águas.

As praias de Alter do Chão, que aparecem apenas na estação de vazante do Rio Tapajós.

 

A Natureza é formada por ciclos, mas na correria do dia a dia não somos capazes de parar para prestar atenção. Da mesma forma, nossa vida é feita de ciclos, alguns diários, outros anuais, e alguns com uma frequência menos lógica. Entender que eles são naturais nos ajuda a lidar de forma mais leve com as mudanças inevitáveis.

 

Entrando em contato com novas culturas

A Amazônia possui um mosaico de culturas que se estabeleceram nas comunidades ribeirinhas. Navegando no rio Tapajós ou no seu afluente Arapiuns podemos parar em algumas dessas comunidades e estar em contato muito próximo das pessoas que vivem lá.

 

Na comunidade de Urucureá descobrimos a arte feita com a palha de Tucumã, uma fruta local. Na viagem da Vivejar para lá, que irá ocorrer em Novembro de 2019, iremos fazer uma oficina de artesanato de cestaria, na sombra de uma seringueira. E nesse contato entre artesão e sua arte, descobrimos como os comunitários se utilizam do que a floresta lhes oferece, para transformar em peças de uso cotidiano (como os cestos), e chegam ao ponto de transformar o trabalho em delicadas peças de decoração.

 

Artesanato na Amazônia

Trabalho com palha desenvolvido na comunidade de Urucureá, na região do Médio Tapajós

Essa interação com culturas locais tem o poder colocar nosso ego no seu devido lugar, quando percebemos como as culturas regionais são ricas, se utilizando apenas daquilo que a própria natureza tem a oferecer. Uma ótima lição para quem pensa em empreender.

 

Entrando em contato com novas realidades

Quando no final do terceiro dia de viagem chegamos na biblioteca construída pelo projeto Vagalume, em uma pequena comunidade à beira do Tapajós, nos damos conta de que as pessoas que vivem ali têm dificuldades reais para ter acesso à informação. Fica evidente que aquela realidade é muito diferente daquela que estamos acostumados a ver na TV, com um cenário econômico e uma situação política muito mais delicados.

 

Ao participar da produção de farinha de mandioca, somos provocados a pensar na origem do nosso alimento, que para nós, seres urbanos, aparece de forma mágica em pacotes no supermercado.

 

Essas provocações feitas pelo contato com uma outra comunidade podem até soar como algo duro, um choque de realidade. Mas, na verdade, essas descobertas costumam acontecer de forma sutil e até carinhosa. Na troca de experiências entre viajante e anfitrião, a empatia sempre prevalece, e esse aprendizado ocorre de forma natural.

Roda de conversa

Troca de experiências entre viajantes e anfritriões na comunidade de Urucureá.

 

Depois de alguns dias navegando nas águas quentes do Tapajós, voltar pra casa terá a sensação nítida de que aqueles quatro dias valeram por uma pós-graduação inteira. E, pode apostar, viajar pode facilmente se tornar em uma fonte primária de desenvolvimento pessoal, já que para cada paisagem, e para cada cultura que conhecemos, mais e mais coisas aprendemos.

 

Então fica a dica. Que tal ir navegar na Amazônia e conhecer as comunidades tradicionais dos rios Tapajós e Arapiuns? Clique no link e conheça o roteiro desta viagem especial, feita com muito carinho pela Vivejar.

 

Se você já conhece a Amazônia, ou quer conhecer outra região do Brasil, de uma forma sustentável e pensando no seu desenvolvimento pessoal, temos duas outras dicas muito legais! A viagem para o Vale do Jequitinhonha (MG), para conhecer o trabalho das artesãs que fazem as famosas bonecas de cerâmica. Ou a vivência de um dia na região do Grajaú, extremo sul de São Paulo, onde além de conhecer uma cidade muito diferente da metrópole que conhecemos, temos a oportunidade de conhecer alguns projetos encantadores de empreendedorismo social.

 

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