Não cansamos de dizer que todo viajante precisa ir uma vez na vida na Amazônia. Sentir-se parte daquela imensa floresta tropical, cercada por rios, águas e praias de água doce, é quase mágico. Mas a experiência fica ainda mais encantadora quando temos a oportunidade de conviver de perto com os povos tradicionais que ali vivem e descobrir a fantástica produção cultural e as iniciativas que fazem ambos – comunidades e floresta – resistirem.

Leia abaixo como é transformadora essa experiência, e se você quiser conhecer melhor nossas viagens pra lá, temos dois roteiros ainda este ano: um em julho, onde iremos navegar em barco regional pelas comunidades do Rio Tapajós (clique aqui e veja o roteiro). E outro muito especial em novembro, quando iremos navegar em um confortável navio e visitar comunidades tradicionais ribeirinhas (clique aqui para conhecer a programação).

 

Uma experiência transformadora navegando no Tapajós

Acabamos de voltar de uma experiência transformadora pela Amazônia paraense, onde desvendamos os encantos de Alter do Chão. Transformadora porque, além das inspiradoras paisagens, dos banhos de igarapé e das trilhas pela mata, tivemos a oportunidade de vivenciar encontros e conexões com pessoas que lutam diariamente para manter suas raízes vivas e preservar a nossa Amazônia brasileira. O grupo de viajantes, que reunia empreendedores sociais e formadores de opinião, favoreceu uma troca ainda mais intensa entre todos.

 

 

Em um momento tão crítico e instável para o maior bioma do planeta e para seus povos, encontrar iniciativas e culturas de resistência, que superam grandes forças contrárias, é ganhar inspiração e fôlego para nos unirmos a eles nessa superação. Nada mais assertivo do que a célebre expressão “conhecer para preservar”.

 

A bordo de um barco que navega pelas águas calmas dos rios Tapajós e Arapiuns, pudemos alcançar três incríveis comunidades ribeirinhas, São Francisco, Atodi e Urucureá, e ainda fazer uma visita à aldeia indígena Zaire, no Baixo Tapajós. O isolamento e o contato direto com a natureza facilitam que esses povos preservem suas tradições, como o fantástico artesanato em palha de Tucumã desenvolvido em Urucureá.

 

Essas comunidades são hoje atendidas pelo projeto Saúde e Alegria, desenvolvido pelo médico Eugênio Scannavino, que desde 1987 leva programas integrados de educação, cultura, saúde, geração de renda, saneamento básico, inclusão digital e direitos humanos para diversos povos da Amazônia. A presença do próprio Eugênio na nossa experiência nos ajudou a perceber os impactos positivos que projetos como este têm trazido para a preservação local e ainda como o turismo também pode somar, potencializando estes impactos.

Visitamos um dos navios-hospitais Abaré, um projeto que atende a 15 mil ribeirinhos em 72 comunidades diferentes nas áreas rurais de Santarém, Belterra e Aveiro. Ele leva saúde a locais onde a rede pública não alcança. Conhecemos ainda uma das 97 bibliotecas comunitárias do projeto Vaga Lume, uma iniciativa pioneira que empodera crianças da Amazônia através do incentivo à leitura.

“Existem muitas companias de viagem, existem milhares de destinos, existem centenas de experiências em viagens exóticas, existem algumas iniciativas de turismo sustentável, mas nada pode ser tão exclusivo como foi essa experiência com a Vivejar. Eles não me venderam uma viagem. Eles me deram de presente uma das mais deliciosas sensações de bem estar de toda minha vida… lugares lindos, comida incrível, comunidades amorosas e um cuidado personalizado com os passageiros… mágico… Eu só penso em voltar!”, confessou o dentista, empreendedor social e fundador da ONG Turma do Bem, Fábio Bibancos.

 

Amazônia

 

 

 

 

 

 

 

 

Voltamos sem querer voltar. Mas chegamos inspirados, transformados, motivados e mais conscientes. Ainda mais dispostos a fazer a nossa parte para que a Amazônia continue resistente e viva! A partir desta incrível experiência, nosso grupo de empreendedores sociais está agora confiante para compartilhar e multiplicar as descobertas e apoiar a preservação da Amazônia.

 

 

Se você gostou da experiência, entre em contato com a gente para saber quando e como será nossa próxima viagem para a Amazônia paraense.

Conheça nossos dois roteiros para lá clicando nos links abaixo:

Navegação no Tapajós e Arapiuns em barco regional.

Alter do Chão a bordo de um confortável navio, em Novembro de 2019

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