O Vale do Jequitinhonha situa-se no Norte do estado de Minas Gerais. É banhado pelo rio Jequitinhonha e seus afluentes. A região toda tem uma população de aproximadamente 1 milhão de pessoas e é considerada uma das regiões mais pobres do Brasil.

Na verdade, trata-se de uma região de contrastes. A pobreza gerada pela seca e pela falta de empregos convive com uma rica cultura e um forte capital social. Uma região onde os homens passam a maior parte do ano em outras cidades especialmente para o trabalho na construção civil em grandes centros urbanos. E onde as mulheres criam seus filhos e cuidam das suas casas e dos idosos. A elas cabe gerar seu sustento através da agricultura de subsistência, artesanato e, recentemente, também do turismo de base comunitária.
Celeiro inventivo e artístico muito peculiar no estado, o Vale do Jequitinhonha é berço de belas e criativas manifestações: trabalhos em couro, bordados, tecelagem, desenho, música, esculturas em madeira, cestaria, pintura e o artesanato em cerâmica. Os trabalhos com barro no Vale começaram com a confecção de peças utilitárias, feitas por mulheres então chamadas de “paneleiras”. A tradição foi mantida geração após geração – bisavós, avós, mães e filhas.

Embarque conosco nesse mergulho na arte da cerâmica e no convívio genuíno e amoroso com estas artesãs do barro e da vida!

Vivências

Veja o que você encontra neste destino:

Artesanato
Gastronomia
História
Comunidade rural

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A comunidade

foto: © Acervo Vivejar

As comunidades que visitamos no Vale do Jequitinhonha fazem parte do município de Turmalina e, como toda a região, sofrem com a escassez de chuva. Ainda é uma região com poucas oportunidades para seus filhos e moradores.

Por causa da migração dos maridos, as mulheres foram batizadas ali de viúvas da seca. As mulheres das comunidades de Coqueiro Campo e Campo Alegre vivem hoje de sua arte, herdada através de gerações, e que antes era simplesmente antiga brincadeira de criança e ofício. O trabalho com o barro se torna uma oportunidade de aumentar a renda familiar e de melhoria de suas condições de vida.

Com o passar do tempo, decidiram se reunir em grupo e dedicar mais tempo ao artesanato, compartilhando ideias e experiências e aperfeiçoando sua arte. Do fortalecimento desses laços e com alguns projetos de apoio do governo e de instituições do terceiro setor, seu trabalho com o barro vai sendo aperfeiçoado, se tornando cada vez mais conhecido e despertando o interesse dos visitantes.

Próximas saídas para este destino

12 a 17 de novembro de 2017

Celeiro inventivo e artístico muito peculiar no estado, o Vale do Jequitinhonha é berço de belas e criativas manifestações: trabalhos em Couro, Bordados, Tecelagem, Desenho, Música, Esculturas em Madeira, Cestaria, Pintura e a Cerâmica.

11 a 15 de março de 2018

Celeiro inventivo e artístico muito peculiar no estado, o Vale do Jequitinhonha é berço de belas e criativas manifestações: trabalhos em Couro, Bordados, Tecelagem, Desenho, Música, Esculturas em Madeira, Cestaria, Pintura e a Cerâmica.

22 a 26 de julho de 2018

Celeiro inventivo e artístico muito peculiar no estado, o Vale do Jequitinhonha é berço de belas e criativas manifestações: trabalhos em Couro, Bordados, Tecelagem, Desenho, Música, Esculturas em Madeira, Cestaria, Pintura e a Cerâmica.

16 a 20 de novembro de 2018

Celeiro inventivo e artístico muito peculiar no estado, o Vale do Jequitinhonha é berço de belas e criativas manifestações: trabalhos em Couro, Bordados, Tecelagem, Desenho, Música, Esculturas em Madeira, Cestaria, Pintura e a Cerâmica.

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Depoimentos de quem já viveu esta experiência

Vídeos

foto: © André Dib

Impacto das ações da Vivejar sobre esta comunidade

O turismo comunitário no Vale do Jequitinhonha é considerado nosso projeto piloto. Afinal, foi a partir desta experiência bem-sucedida dentro da Raízes Desenvolvimento Sustentável que nasceu a Vivejar. Os grupos turísticos se iniciaram em 2012. De lá para cá resultados positivos foram colhidos, tanto sob a perspectiva da comunidade como do turista.

A Vivejar promove a geração de renda direta ao grupo de artesãs e famílias engajadas na atividade turística, através da hospedagem familiar, das refeições e atividades oferecidas diretamente pela comunidade.

Tem também a geração de renda de forma indireta. Ela acontece por meio da grande venda de artesanato de outras artesãs e também pela ativação da economia local. Isto porque as anfitriãs adquirem vários insumos de vizinhos e outras pessoas da comunidade, com o intuito de oferecer a melhor estadia aos seus hóspedes.

A presença dos visitantes é um fator que contribui muito para a valorização do patrimônio cultural local, material e imaterial. Especificamente a garantia da continuidade da manifestação artística das ceramistas, que segue sendo passada às novas gerações.

Uma vez que as mulheres protagonizam a produção de cerâmica e que as associações de artesãs são o ponto de aglutinação para a organização das atividades turísticas, a presença dos visitantes reforça de forma determinante o aumento da autoestima e o empoderamento feminino nas comunidades.

A Vivejar aprimora esta metodologia de mensuração de impacto a partir de uma teoria da mudança. Acreditamos que se conectarmos viajantes e comunidades locais geraremos empoderamento em ambos. Nas comunidades através da geração de renda, valorização cultural e ambiental e aumento de auto estima; e nos visitantes por meio do enriquecimento de seu olhar para o mundo a partir de nossas viagens de experiências.

O infográfico a seguir resume o impacto positivo já alcançado ao longo dos 4 anos de atividade turística:

foto: © acervo Vivejar

0
turistas divididos em 9 grupos
0
grupos de voluntariado
0
renda gerada a partir dos viajantes, em reais
0
famílias diretamente envolvidas
0
artesãos vendendo suas peças
0
pessoas indiretamente beneficiadas
null

auto estima

null

preservação da cultura

null

fomento ao Empreendedorismo Comunitário

null

empoderamento Feminino: mulheres são protagonistas!

foto: © André Dib

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