Belém, capital do Pará, é uma experiência que pode se resumir de uma maneira: multissensorial. Todos os seus sentidos serão profundamente estimulados nessa cidade intensa. Da beleza de suas águas e de seus recantos, ao perfume das mais diferentes frutas, comidas e essências, passando por ruas arborizadas com mangueiras, pela música única, espere ainda por mais encantos que essa cidade vai lhe revelar.

Fundada como estratégia da coroa portuguesa em firmar sua presença no território. Em seus 400 anos de história, Belém vivenciou momentos de plenitude, entre os quais o período áureo da borracha (1879-19120), quando recebeu inúmeras famílias europeias, que influenciaram grandemente a arquitetura local. Atualmente, mesmo tendo se tornado cosmopolita e moderna, não perdeu o ar tradicional com as fachadas de casarões e igrejas do período colonial. A beleza da cidade reside no cruzamento entre o moderno e o antigo, o urbano e o clássico, o passado e o presente. Visitar Belém significa adentrar um mosaico histórico que retrata a sociedade amazônica através dos séculos.

Belém pode ser facilmente acessada por vias terrestre, aérea e fluvial, sendo uma das principais entradas para toda a região norte. Desenhada por rios, igarapés e canais, tem dois terços de seu território formado por ilhas: são 43 identificadas e habitadas. Assim, a capital paraense consegue unir civilização e os mistérios da floresta, já que as ilhas são facilmente acessíveis a partir da cidade.

A Ilha de Cotijuba fica a 1h e 20 minutos de barco, saindo do Porto de Icoaraci, um dos distritos da cidade das mangueiras. Possui 11 praias totalizando 20km. É a terceira Ilha em dimensão territorial do arquipélago belenense e seus primeiros moradores foram os índios Tupinambás, que batizaram a Ilha. O nome Cotijuba, do tupi-guarani, significa caminho dourado (coti = trilha, caminho e juba = amarelo ou dourado), em alusão aos reflexos da lua nos caminhos arenosos do interior da Ilha.

Vivências

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Comunidade Ribeirinha
Mapa Belém e ilha de Cotijuba

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Mapa Belém e ilha de Cotijuba

A comunidade

foto: © Ana Gabriela Fontoura

Cotijuba passou por grandes transformações no começo do século XX, período de maior desenvolvimento econômico e social, quando passou a abrigar a Colônia Reformatória de Cotijuba (CRC) ou Educandário. A meta era preparar os meninos e meninas abandonados ou delinquentes de Belém e arredores com uma educação técnica profissional.

A população depois passou a ser formada por pescadores, agricultores tradicionais (ex-funcionários do Educandário), por japoneses que chegaram a Ilha depois da segunda guerra mundial para trabalhar com agricultura, ex-detentos que formaram famílias e se tornaram pescadores.

As atividades produtivas, comerciais e culturais que envolvem as famílias também influenciam na construção do lugar, em especial a pesca, a agricultura e o extrativismo (e a comercialização de seus produtos), principais atividades diárias das famílias residentes.

Na ilha o destaque fica por conta da acolhida de um grupo de mulheres que se organiza para buscar o desenvolvimento das Ilhas de Belém, o MMIB ( Movimento das Mulheres das Ilhas de Belém) que, entre outras várias iniciativas para o desenvolvimento socioeconômico das ilhas como a produção da Ucuuba e a Piprioca, as fornecem para uma grande empresas de cosméticos, trabalham com biojóias, papel artesanal, viveiro de mudas e agora também o Turismo como uma alternativa de renda. Prepare-se para uma imersão em uma comunidade forte e organizada, mas, acima de tudo, lutadora!

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foto: © acervo Embratur

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